1 de setembro de 2014

Levem a Sul-Americana a sério. É o mínimo que se espera




Saudações! Hoje farei algo um pouco diferente: não comentarei muito o resultado de ontem porque parece que tem gente que aprovou o empate, considerando bom resultado, e quando você critica é “corneteiro” ou “não é torcedor”. Às vezes eu esqueço que o clube está muito bem mesmo e não possui nenhum problema, né? Enfim, falarei sobre a Sul-Americana.

Eu gostaria muito de entender qual é o critério usado por comissão técnica e diretoria para não dar importância a essa competição e poupar diversos jogadores em competição mata-mata. O argumento é: “eles vão ‘estourar’”. Mas já? Os campeonatos voltaram há um mês e meio após quarenta dias (!) de parada. Nesse período, o São Paulo ainda teve dois meios de semana livres de jogos.

São Paulo jogou 12 jogos em 46 dias após a Copa. Praticamente um a cada quatro dias. Nem ideal, nem maratona.
Foto: Rubens Chiri/Site Oficial
Vamos lembrar também como aconteceu a “classificação” à competição internacional: Passando um dos maiores vexames da história (sim, estou repetindo isso). Será que não serviu para nada? Precisou perder para o Criciúma com três titulares e técnico interino? Uma equipe que, contando a rodada de ontem, tem três empates e cinco derrotas nos últimos oito jogos do Campeonato Brasileiro! Também não é possível que seja “só” problema de poupar atletas (outra repetição dos fatos).

Essa temporada está começando a ficar marcada pelo ano em que um São Paulo de elenco muito limitado e time absurdamente irregular praticamente abriu mão de duas das quatro competições que disputou sem motivo para isso. Quem diria que iríamos ver isso de uma equipe que até pouco tempo atrás entrava para ser campeão de qualquer competição que disputasse?

Sul-Americana é o único título do clube desde 2008. Não há razão para menosprezo.
Foto: Renato Pizzutto
Sejamos honestos, a Sul-Americana é a chance mais real (para não dizer única) que há de título. Como assim time misto? Levem a sério! É um título internacional, que também dá vaga à Libertadores e, nessa edição, está com adversários tradicionais e de camisa pesada. Pelo 2014 medíocre (para ser simpático), pelos últimos anos, pelo contexto do Campeonato Brasileiro e pela camisa do São Paulo, o clube não tem direito de desdenhar dessa forma da competição. Pior: se for eliminado pelo Criciúma, é outro vexame histórico.

Quinta-feira, às 20h, no Morumbi, o São Paulo tem, sim, a obrigação de reverter o resultado e depois levar o torneio continental a sério. Não dá para todos que estão representando essa camisa se esconderem atrás de desculpas e futebol vazios e achar que está tudo bem. Esperamos uma mudança de mentalidade e de atitude, algo mais condizente com um clube vencedor.

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31 de agosto de 2014

Com sabor de derrota



Nação tricolor.

O São Paulo breca a sua sequencia de vitórias no campeonato brasileiro com mais um tropeço em santa catarina, a equipe do Morumbi inclusive se jogasse o campeonato catarinense poderia ter muitas dificuldades já que em quatro jogos no ano contra equipes de lá não venceu nenhuma. Com o resultado o São Paulo cai para a terceira colocação e praticamente só lutará por G4, ao menos que no confronto direito contra o cruzeiro, vença e diminua a vantagem consideravelmente. O jogo foi marcado por uma arbitragem polêmica e que nos prejudicou claramente, mas não adianta achar que o São Paulo empatou apenas pela interferência do juiz, a equipe mais uma vez demonstrou as suas falhas crônicas e contou mais uma vez com um escolhas infelizes do seu treinador.


Com as suspensões de Palito, Pato e Ganso, eu esperava um São Paulo no mesmo 4-4-2 dos jogos anteriores com Michel Bastos cumprindo a função de meia esquerda com Kaká mais centralizado, com Reinaldo na ala esquerda e Osvaldo formando dupla de ataque com Kardec. Mas Muricy, na minha opinião, foi equivocado nas suas escolhes, Michel Bastos NÃO pode ser lateral esquerdo, ele não joga mais assim faz muito tempo, nem na Copa de 2010 o jogador atuava mais assim no seu clube, além disso Muricy inexplicavelmente dá mais uma chance ao horrível Ademilson que simplesmente é um buraco negro no ataque tricolor, quando a bola cai no seu pé, a jogada não evolui, com isso Kaká ficou muito sobrecarregado na armação das jogadas, o que já acontece com GANSO, faz muito tempo. Isso ocorre pela teimosia em jogar em um 4-2-3-1 um esquema tático que ja deveria ser abolido do São Paulo faz tempo, porque é evidente que não temos jogadores para isso. Os volantes são apenas marcadores, não criam nada, Maicon que poderia fazer isso é o rei das recuadas e com seu futebol pobre não agrega nada na equipe titular, como já citei Ademilson perde todas as jogadas e Osvaldo vive de lampejos, assim Kaká, Ganso, ou qualquer outro meia no mundo sofreria para jogar em um plano de jogo como esse.

Sobre Muricy, eu reconheço o seu status de ídolo incontestável, mas também reconheço que ele precisa rever certos conceitos, não há explicação para Ademílson jogar tanto e também não há explicação para voltar a insistir em um esquema fracassado como o 4-2-3-1 observando as características do ATUAL elenco, que diga-se também, na prática não é 30% do que pintam, o são paulo tem sim um bom time titular ainda que a zaga comprometa, mas não é um elenco competitivo. Ainda sobre Muricy, é de louvar que tenha achado um modo da equipe jogar com Kaká, Ganso, Kardec e Pato, mas no geral é muito pouco. O trabalho em 2014 é fraco, mas isso não quer dizer que eu exija a sua demissão imediata, não é bem por ai, apenas como disse anteriormente e repito ele precisa rever seus métodos, explicar chances demasiadas a jogadores péssimos e o porque de aparentemente não mexer no time, ainda que o elenco seja fraco em determinas situações de jogo é necessário mexer no time e hoje foi o caso, como também foi quinta feira. Outra coisa de muricy que não consigo entender, é o hábito de só colocar Boschilia nos minutos finais, o mesmo vale para Ewandro, acho que nesse atual elenco eles deveriam ter mais chances sim, mas não adianta também colocar um jogador pra jogar 5, 10 ou até 20 minutos e exigir que ele faça alguma coisa. Em suma, confio no nosso treinador, mas ele também precisa reagir e encontrar métodos para quando não contar com seus melhores jogadores.


A direção anterior e a atual tem grande parcela de culpa também, se por um lado Aidar merece elogios por contratar Kardec e Kaká, por outro merece criticas por não se empenhar em dar mais opções defensivas para o treinador, e agora com a venda do Douglas é necessário um lateral direito com urgência e de preferencia que não venha apenas para somar como já temos por aqui, e sim para resolver. Por fim temos mais um jogo contra o Criciúma na quinta e particularmente quero força máxima, se o titulo brasileiro ficou mais difícil ainda a sul-americana é a ultima chance de Rogério conquistar um titulo nessa provável despedida.

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30 de agosto de 2014

Derrotar "Síndrome de Robin Hood" é o maior desafio do São Paulo



Souza lamenta tropeço do São Paulo diante do Criciúma pelo Brasileiro (Foto: Globoesporte.com)
Sete pontos. A diferença entre Cruzeiro e São Paulo, na atual tabela do Campeonato Brasileiro é exatamente de sete pontos. A eliminação diante da Penapolense no Campeonato Paulista foi somente a primeira queda do Tricolor perante os clubes menores. Respeitáveis times menores. A recente eliminação para o Bragantino, na Copa do Brasil, soma-se ao Paulista e aos tropeços do clube no Brasileiro para assim concretizar algo que parece notório. O São Paulo sofre da "'Síndrome de Robin Hood". 

Robin Hood  foi, segundo reza sua lenda, um "herói mítico inglês, um fora-da-lei que roubava da nobreza para dar aos pobres, aos tempos do Rei Ricardo Coração de Leão". Vencer sem tantas dificuldades os times grandes e tropeçar sucessivamente nos pequenos é o maior empecilho deste atual elenco Tricolor. A derrota para o Criciúma, quinta-feira, pela Copa Total Sul-Americana mostra que vencer essa síndrome talvez seja o único caminho para termos um São Paulo capaz de brigar por títulos na temporada. 

Se hoje existe uma diferença de sete pontos entre o líder do Brasileirão e o São Paulo é muito pela falta de capacidade da equipe de Muricy Ramalho em furar bloqueios bem feitos e encarar jogos com seriedade. Alguns desses tropeços do Tricolor aconteceram, bem verdade, por méritos alheios. Os times pequenos são apenas pequenos, mas existem, trabalham e respeitá-los é preciso. Talvez não respeitar os pequenos como deve ser feito explique alguns desses pontos perdidos e eliminações frustrantes. 

O São Paulo perdeu pontos diante de Coritiba, Chapecoense e Criciúma, pontos esses que fariam, hoje, o time do Morumbi ser líder do Campeonato Nacional com os mesmos trinta e nove pontos do Cruzeiro. Se somarmos os jogos diante de Atlético-PR e Goiás, onde o São Paulo deixou de ganhar cinco pontos, a diferença seria larga. Não considero o empate diante dos paranaenses como tropeço pela dificuldade histórica do clube paulista de jogar em terras paranaenses diante do Furacão. O mesmo serve para "salvar" da soma a derrota diante do Goiás, na reestreia de Kaká. O São Paulo, salvo engano deste colunista, perdeu os últimos seis jogos diante do Goiás pelo Brasileirão. Logo, não somo ambos os resultados na conta. Todavia, são sete pontos perdidos e duas eliminações frustantes somente no ano de 2014. O São Paulo precisa superar sua síndrome para lutar, de fato, por títulos. O Tricolor terá duas chances de espantar essa perseguidora fama em sequência; domingo encara o Figueirense, em alta, no Orlando Scarpelli. Quinta, no Morumbi, recebe o mesmo Criciúma que já atrapalhou os planos do time neste ano, e dessa vez o confronto é eliminatório e a vantagem é dos catarinenses. E aí, São Paulo? Vai? Por quê ser Robin Hood? 

Parte em itálico retirada da Wikipédia

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29 de agosto de 2014

Pesquisas anteriores não apontam queda da torcida são-paulina




Torcida do São Paulo não teve queda geral, mas sim entre os mais jovens.
(Foto: Facebook Oficial)
Na última quarta-feira (27), o Lance! publicou o resultado de uma pesquisa feita pelo Ibope, com o objetivo de mensurar o tamanho das torcidas brasileiras. A primeira surpresa (ou estranheza nos resultados) foi a observação de que apenas duas torcidas cresceram no Brasil – a torcida do Corinthians e a do Atlético Mineiro. 

A grande queda de torcedores foi apontada justamente ao São Paulo, que ainda de acordo com o Ibope, teve uma diminuição 1,9% nos pontos percentuais, ficando com 6,8% dos torcedores. Como me surpreendi com o resultado, resolvi compreender melhor a pesquisa e traçar algumas comparações.

O primeiro ponto que me chamou a atenção (negativamente) foi a faixa etária extremamente restrita. Na pesquisa do Lance! foram escutados torcedores com idade entre 10 e 16 anos, faixa etária que, eu acredito, não representar diretamente o público 'fiel' do esporte.

Para esclarecer melhor às minhas dúvidas, recorri a outras pesquisas feitas. Para comparar ao número de torcedores atual, utilizei uma pesquisa feita pela Pluri Consultoria, também divulgada em 2014. Com uma abrangência maior na faixa etária (foram ouvidos torcedores a partir de 16 anos), o São Paulo não apresenta um número tão próximo dos 6,8%. Segundo a Pluri, a torcida são-paulina representa 8,1% da população brasileira.

Para ampliar a comparação, analisei também os valores da queda. A diminuição de 1,9% apontada pelo Ibope é relacionada a uma pesquisa anterior, feita em 2010. Como não encontrei dados da Pluri Consultoria, utilizei uma pesquisa feita pelo Datafolha também divulgada em 2010 e com entrevistados com idade superior ou igual a 16 anos (a mesma utilizada pela Pluri). 

O resultado foi bem diferente. De acordo com o Datafolha, a torcida são-paulina representava 8% da população em 2010 e, para a Pluri, apresenta 8,1% em 2014. Se relacionadas as pesquisas, o São Paulo apresenta um aumento, mesmo que pequeno, de 0,1% em números de torcedores. 

Apesar dos valores distintos e do aparente aumento observado, a pesquisa do Lance! deve ser levada em questão, mas não deve ser concluída e apresentada da maneira que foi. Se houve queda entre os torcedores são-paulinos, ela aconteceu entre os torcedores mais jovens. 

O São Paulo parece estar pecando na conquista dos 'novos torcedores', fato que deve estar relacionado às fracas temporadas apresentadas pelo time nos últimos anos. A queda não é tão preocupante e, pelo menos à primeira vista, reflete os fracos resultados conquistados pelo time recentemente. 

Acredito que a situação possa ser revertida. Se a mudança acontecer em campo, o São Paulo pode voltar a conquistar os 'novos torcedores', assim como fez entre 2006 e 2008. 

Pesquisas consultadas:





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Sinal de alerta ligado no $ão Paulo



Notícias sobre atrasos salariais e de direitos de imagens, por enquanto, apenas arranham a imagem do clube que se acostumou com a pompa de “modelo de administração” 

À sombra das boas apresentações e excelentes resultados dentro de campo no Campeonato Brasileiro (no Campeonato Brasileiro!), pairam – ou, no mínimo, começam a se formar – nuvens negras sobre o São Paulo. Para ser mais exato, sobre os seus departamentos Administrativo e Financeiro.

Não tem como traçar um paralelo e comparar a administração de um clube de futebol a uma empresa comum, onde os resultados são medidos basicamente calculando o lucro ou o prejuízo financeiro. O exercício se torna ainda mais complexo e torturante se o proponente tiver no currículo bacharelado em jornalismo. No entanto, não precisa ser um businessman para prever o que acontece com um clube que gasta mais do que arrecada.



O maior ativo de um clube é a sua torcida. E a torcida não quer saber se o clube está no “azul” ou no “vermelho”: quer gritar “é campeão!”. Títulos, ou a falta deles, marcam a boa ou a má administração.
No entanto, acende a sinaleira de alerta quando, mesmo que timidamente, volta e meia começa a aparecer na imprensa notícias sobre atrasos salariais e de direitos de imagem no elenco do São Paulo. Quando a pauta da matéria do jornal é sobre “o clube fechar o ano no vermelho”. E toca o presidente a dar explicações; toca empresário de atleta dar entrevistas (vazias e cheias de malícia); toca o treinador não falar sobre salário em coletiva.

O São Paulo, além de oferecer uma das melhores condições de trabalho para os seus jogadores, é visto pelos atletas e seus representantes como uma das melhores opções do futebol brasileiro também por ter se notabilizado como um clube que cumpre seus compromissos. E esta imagem é decisiva quando um jogador vai escolher entre jogar no São Paulo ou no Botafogo, por exemplo.

Comparar com o time do Rio é maldade do articulista. Mas só permanecerá assim se a diretoria tricolor estiver atenta.

Por outro lado...
O São Paulo segue sua saga de boas vendas. Esta semana a venda de Douglas e Lucas Evangelista renderam aproximadamente R$ 20 milhões aos cofres do clube. A ida do Douglas para o Barcelona é tão esdrúxula que já há que pense na possibilidade de propor uma troca “pau-a-pau” entre Maicon e Xavi.


Por: Gustavo Novo

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Onde os fracos não tem vez



Saudações Tricolores.

Mais uma vez o São Paulo decepciona a sua torcida e consegue uma derrota desnecessária e patética, falar sobre o jogo de ontem e citar as inúmeras falhas, individuais e coletivas, seria bater na mesma tecla de um time que recentemente aprendeu a virar piada. Se nos últimos jogos Muricy deu um padrão e uma forma de jogar a equipe, hoje ele mais uma vez me pareceu muito perdido e o pior: Sem nenhuma vontade de mudar a equipe o que também resultou na postura dos jogadores, A sul-americana não é um primor de torneio mas seria muito interessante que o São Paulo entrasse pra ganhar, primeiro porque fez campanhas ridículas no paulistão e na Copa do Brasil. Segundo, porque ser campeão brasileiro contra esse cruzeiro que além de um bom time também conta com muita sorte de campeão e geralmente pontua até quando não vai bem, é complicadissimo. E por ultimo, a chance do nosso capitão ganhar mais um título já que provavelmente se aposentará no final desse ano e a sul-americana seria o torneio mais fácil para isso.

Hoje não vou analisar o jogo, aliás não há muito o que falar, somente o fato da direção antiga montar um elenco totalmente desequilibrado e da atual direção não perceber isso e ao menos tentar conserta-lo. Nenhum treinador do mundo escala Lucão, Paulo Miranda, Edson Silva, Maicon e Ademilson sem passar impune, o São Paulo abusa de ter uma folha salarial incompatível com o material humano que tem. Eu sou um defensor ferrenho da base, acho que pelo valor investido lá ela teria que gerar ao menos uma boa venda por ano, mas se percebe que algo está errado quando surgem Ademilson's e Lucões, este ultimo que falhou nos dois gols, Lucão que quem sabe no futuro possa evoluir seu futebol, afinal é jovem e claro que não deve ser esse projeto de jogador badalado que a gente tem visto, Já Ademilson que um dia foi chamado de "Henry de Cotia" consegue a proeza de atingir mais 100 jogos com a camisa tricolor conseguiu ontem, mais uma vez, errar tudo o que tentou. Por ultimo cito Boschilia e Ewandro, creio que a curto e médio prazo esses dois jogadores, além de Rodrigo Caio, tem o maior potencial de venda e de futebol, mas ontem não conseguiram jogar verdade seja dita também entram em um time já "contente com o resultado" e sem a menor vontade de ao menos empatar o jogo.

De "bom", o que vimos foi a habitual raça de palito, uma boa movimentação de Michel Bastos e o seu bom passe pro gol, e Alexandre Pato que se não fez um bom jogo como os anteriores ao menos fez o seu gol mostrando que a fase turbulenta que viveu realmente está sendo deixada para trás. Espero que a mentalidade do jogo contra o Criciúma quinta feira, mude e que tenhamos a decência de passar para as oitavas de final. Agora o time terá pela frente o Figueirense ainda em Santa Catarina e precisa vencer para não deixar o Cruzeiro aumentar a sua vantagem.

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28 de agosto de 2014

3 motivos para acreditar em Alexandre Pato



Em meio a uma transação completamente improvável, Alexandre Pato chegou ao Maior do Mundo. O início foi conturbado, e ninguém saberia ao certo se o atleta iria vingar ou não, pois já estava sendo contestado no arquirrival.

Com o passar do tempo, Pato ganhou chances na equipe titular e até atuou bem em algumas partidas. Depois, parece que seu rendimento caiu bruscamente, assim como sua atenção e vontade de vencer. Parecia um jogador despreocupado, sem aquela ambição de vestir o manto esportivo mais sagrado do Brasil.

Imagem - Reinaldo Canato / UOL
A chegada de Kaká fez muito bem ao camisa 11. A amizade, que foi construída na época que ambos atuavam pelo Milan(ITA), foi o ponto forte desta recuperação, que cresce a cada dia. Aqui, segue 3 pontos nos quais podemos acreditar em Alexandre:

1 – Admiração pelo clube e vontade de títulos
Em uma entrevista ao Arena SporTV, Pato deixou claro sua admiração pelo Tricolor. Disse que quando vai ao refeitório, passa pelo corredor onde vê os quadros com os maiores ídolos na história do São Paulo e ele quer deixar seu quadro naquela parede. Quer fazer história com a camisa mais vitoriosa do Brasil, e isso conta muito! Afinal, nada melhor que levar um título para o salão de troféus e gravar de vez seu nome na história do clube.

2 – Identificação com a torcida
Muito contestado, e com várias cobranças sobre sua postura, Pato ganha cada vez mais a torcida Tricolor. Ao ver suas comemorações, igual ao beijo no símbolo do São Paulo, demonstra que a vontade de ganhar a confiança de todos é notória. Vem marcando gols e mostrando vontade, com a garra de não perder sua vaga na equipe titular.

3 – Vontade de voltar a vestir a camisa da Seleção
Sabemos que todo jogador almeja vestir a camisa canarinho, e nada melhor do que atuar em uma equipe vencedora e com história. Pato sabe que com a chegada de Dunga, tudo pode acontecer. Demonstrando garra e empenho, pode voltar a atuar pelo Brasil. Com isso, vai se esforçar cada vez mais, jogando cada jogo com mais vontade.

E você? Acredita em Alexandre Pato? QUACK!

Por: Victor Antonini
@VictorAntonini_


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27 de agosto de 2014

O retiro do M1TO



O São Paulo até que se adiantou e tentou. Porém, não conseguiu mudar o último jogo da vida de Rogério Ceni para o Morumbi, e a sua despedida, tão aguardada pelos rivais e dolorosa para nós, torcedores, será longe de casa. Ironicamente, o retiro de Ceni... será na Ilha do Retiro.  O motivo foi explicado pelo diretor de competições da CBF, Virgilio Elisio: " - O propósito do São Paulo era nobre, mas isso causaria um desequilíbrio na tabela. Na reta final haveria times fazendo dois jogos seguidos em casa e outros fazendo jogos seguidos fora de casa. Não temos como aceitar esse pedido por critérios técnicos e esportivos.". Ok, vamos engolir essa com um peso enorme na consciência. 

Torcedor, presença obrigatória no Morumbi, dia 7 de setembro, para homenagear um dos nossos maiores ídolos!
Foto: UOL


Vi nesse episódio um pouco de má vontade, pois já existiram várias mudanças do calendário (que já é uma porcaria sem alterações) para motivos muito menores e insignificantes. Mas a indisposição que existe da CBF quando o assunto é o São Paulo pesou nesse momento. Não é a despedida de um goleiro. É a despedida de um dos maiores jogadores em atividade no futebol brasileiro. Completará dia 7 de setembro 24 anos vivendo pelo futebol brasileiro, que morre mais rápido a cada dia que passa e você, CBF, só coloca mais terra nessa cova.

Presença obrigatória no Morumbi dia 7 de setembro
Pela tabela atual, o primeiro duelo contra a equipe pernambucana está marcado para o dia 7 de setembro, em São Paulo, e o confronto de volta, no dia 7 de dezembro, a última rodada, na Ilha do Retiro. Presença obrigatória para fazer festa aos 24 anos de Ceni no clube e guardar pra lembrança. Existirão outros jogos em casa, mas esse dia será especial. Podemos fazer uma despedida nossa, com o que a dona CBF permitiu.

Ceni ainda ilustra muito bem o que é um jogador profissional de futebol. Poucos jogadores têm o perfil dele, e estamos nos despedindo de um dos últimos ídolos da nossa geração. Não podemos nos despedir dele em casa? Tudo bem CBF. Torcedores tricolores de Recife, FAÇAM a nossa vez. Lotem o estádio e façam com que essa mensagem de que somos gratos por tudo que ele fez chegar aos ouvidos dele. Longe de casa ou não, você sempre terá e levará contigo o nosso nome. 



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Agora, sim, é São Paulo de verdade! Vai manter?



Saudações! Quem diria? Após uma das piores atuações nos últimos anos e de um dos maiores vexames da história do clube, o São Paulo obteve 100% de aproveitamento em jogos com alto nível de dificuldade e chegou ao segundo lugar. Vamos tentar entender o que mudou e por que mudou, afinal, a diferença é enorme (e positiva).

Antes de começar, vamos relembrar a atuação diante do Bragantino. Ninguém discute que foi vexatória, certo? Até o M1TO disse isso na preleção do jogo seguinte, contra o Palmeiras (veja aqui). Então a mudança não ficou apenas no campo do resultado, mas também no da atitude (que, claro, possibilitaram os nove pontos de nove possíveis).
Preleção da partida contra o Palmeiras. Recuperação foi a melhor possível. E imediata.
Imagem: Reprodução
Uma das novidades da equipe dentro de campo, além de mostrar alma, é mérito do Muricy. Conseguiu encaixar e posicionar o time, principalmente no setor ofensivo. Basicamente, com Ganso centralizado, Kaká à esquerda, Kardec à direita e Alexandre mais à frente. A sacada está exatamente nos dois últimos. Kardec é muito mais tático que Alexandre, por isso foi colocado para auxiliar na marcação, deixando o camisa 11 praticamente livre dessa obrigação. A contribuição defensiva do Ganso e a liderança, auxílio e parte tática do Kaká também estão sendo indispensáveis.

A movimentação na frente também aumentou, mas ainda pode melhorar. No jogo contra o Internacional, a execução quase perfeita da marcação fez a equipe perder (ou não ter) profundidade e velocidade. Gol saiu em falha na saída de bola adversária e na qualidade técnica dos jogadores.

Taticamente, foi basicamente isso. Fora o arroz com feijão fundamental do Denílson, que parece finalmente ter encontrado o bom futebol. Rouba a bola com eficiência e solta simples, sem inventar. Acreditem, o camisa 15 foi essencial para essa melhora da equipe (de novo, quem diria?).

Alexandre fez outro gol importante, mas novamente perdeu ótimas oportunidades. Precisa caprichar mais, mas melhorou
Imagem: Reprodução
Mas a mudança maior, como dita, foi na atitude. Ver os jogadores se entregando, vibrando e correndo atrás do resultado até o final do jogo é justamente o que o torcedor exige. Na minha última coluna, ainda muito indignado com a eliminação na Copa do Brasil, disse que o torcedor pode, eventualmente, aceitar um fracasso, mas jamais aceita desrespeito e falta de compromisso com a camisa. E sobre o Ganso, justiça seja feita, faz três jogos que vem sendo bem “acima da média” mesmo.

Uma lembrança que acredito que seja importante: Após a eliminação, Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol, admitiu ter “chutado a porta do vestiário” e cobrado, severamente, jogadores e comissão técnica. Coincidência ou não, a equipe melhorou bastante. Honestamente, acredito muito que isso tenha sido outro fator fundamental, porque os jogadores não podem fazer o que fizeram e não haver cobrança, pressão. É do São Paulo Futebol Clube que estamos falando. Em outras palavras, apesar de todos os erros, Ataíde foi muito bem nessa.

Para finalizar, uma projeção. Teremos três jogos que, na teoria, são mais fáceis que os últimos três (falando apenas de Campeonato Brasileiro). Figueirense (F), Sport (C) e Botafogo (F). Contra a equipe de Santa Catarina, iremos sem Ganso, Alexandre, Álvaro e talvez Kaká, poupado. Por outro lado, o Figueira é o segundo pior mandante da competição. O Sport está longe de seu melhor momento no campeonato, somando apenas quatro dos últimos 15 pontos, sofrendo 10 gols nesse período e fazendo três. E o Botafogo vive toda a crise devido aos salários atrasados. É hora de mostrar o que o clube almeja na competição e provar que eu estava errado ao chamar a equipe de esquizofrênica.

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24 de agosto de 2014

Morumbi Tour Terá edição comemorativa da campanha Sangue Vermelho, Branco e Preto!



Doadores e apoiadores da Campanha Sangue Vermelho Branco e Preto terão horário reservado para o Morumbi Tour do dia 13 de setembro.

No mês de julho, o site SPFC1935 organizou mais uma edição da Campanha Sangue Vermelho Branco e Preto e o sucesso foi absoluto! Os números finais indicaram que 253 pessoas foram cadastradas pela campanha e o resultado, após triagem, foi de 197 bolsas coletadas. Os números do dia 26 de julho representaram mais da metade do número de pessoas que visitam o local em um final de semana comum e nossa campanha atingiu um crescimento de 122% com relação à campanha anterior.




Durante a campanha, os participantes foram informados que estávamos organizando – em parceria com a agência Passaporte FC – um Morumbi Tour especial com a participação dos doadores e, todos aqueles que demonstraram interesse, estão convidados e passar uma tarde inesquecível e memorável, conhecendo ainda mais sobre a história do São Paulo Futebol Clube.

O gerente da agência, Fernando Botasso, nos reservou o dia 13 de setembro, às 13h30, para que possamos reunir um grande número de doadores e conhecer as dependências do Estádio do Morumbi (sala de imprensa, vestiário, túnel de acesso ao campo), gramado, memorial e sala de troféus. Já imaginou ser fotografado ao lado do escudo Tricolor, no Estádio do Morumbi? Momento único e inesquecível que será guardado pra sempre em sua memória.

A visita é guiada e tem duração de uma hora. A história do São Paulo é contada a cada centímetro percorrido dentro de nossa casa pelos jovens e simpáticos guias que nos surpreendem com histórias, dados e curiosidades sobre a trajetória de jogadores, construção do Morumbi, narrações de conquistas e muito mais.

Com o intuito de nos aproximar desses doadores e manter viva a importância de salvar vidas, convidamos vocês para estarem conosco em mais um evento são paulino. O valor do Morumbi Tour é de R$ 25.
Para participar é preciso nos enviar um e-mail confirmando sua participação (e-mail: TourSangueVermelhoBrancoePreto@spfc1935.com.br). Enviando o e-mail você receberá os dados bancários para o depósito.
O pagamento deverá ser feito de forma antecipada através de depósito bancário devido as vagas serem limitadas e após o pagamento deverão ser enviado um comprovante juntamente no e-mail de confirmação da presença.

ACOMPANHE COMO FOI O MORUMBI TOUR EDIÇÃO ESPECIAL DIA DOS PAIS
Se já nos unimos para salvar vidas e fazer o bem, agora é hora de nos encontrarmos, mais uma vez, para desfrutar de bons momentos que o São Paulo FC pode nos proporcionar. Vamos juntos aproveitar uma tarde tricolor, revivendo as glórias do maior do mundo e nos aproximando ainda mais em diversas ações! Faça parte desse grupo.

Morumbi Tour – Especial Campanha Sangue Vermelho Branco e Preto
Dia de 13 de setembro, às 13h30
Estádio do Morumbi. Entrada pelo portão 2
R$ 25 (pagamento antecipado – vagas limitadas)
Favor confirmar a participação pelo e-mail: TourSangueVermelhoBrancoePreto@spfc1935.com.br

*Atrações serão anunciadas nos próximos dias. 


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O "inimigo" agora é outro





Saudações tricolores.

Ufa...Que jogo, que Vitória! O São Paulo repetiu o bom futebol demonstrado contra o Inter no  Beira-Rio e em um jogo pra testar o coração do seu torcedor conquistou um belo resultado que alimenta ainda mais o sonho do hepta. Muito bom perceber que o São Paulo depois de um longo tempo oscilando parece achar, agora, um modo de jogar que com certeza anima o seu torcedor para o resto da temporada. Essa boa seqüência do São Paulo a meu ver tem 3 pontos fundamentais. Primeiro, a entrada do Kaká no time que melhorou demais o rendimento de outros jogadores em especial de Alexandre pato, Kaká se já não é mais aquele jogador brilhante de outros tempos conta ao menos com a sua técnica e postura em campo o que é muito importante; Segundo, a ressurreição do Denílson. Sim o volante muito contestado pela torcida e no meu ponto de vista um jogador comum, vem fazendo boas partidas desde que voltou ao time contra o Vitória. O volante que já tinha sido gigante no sul, hoje mais uma vez fez uma boa partida com o manto tricolor. E por ultimo, o padrão tático que Muricy implantou na equipe. Era irritante ver o São Paulo jogar sem um padrão definido, sem saber o que fazer com a bola jogando na base do "vamos lá" Muricy consertou seus erros e melhorou defensivamente a equipe além de definir bem as metas. O bônus track dessa lista vai para ele, PAULO HENRIQUE GANSO, que simplesmente faz um pós-copa muito bom, com uma seqüência de jogos de encher os olhos do seu torcedor e de se tornar o homem decisivo na hora que a equipe precisou.

Vamos ao jogo, O São Paulo iniciou o clássico com a mesma escalação do jogo no Beira-Rio, com exceção do Souza substituindo o Hudson, nos primeiros minutos tivemos uma bobeira da zaga tricolor que por pouco não resultou no gol santista, aos poucos a equipe de casa foi equilibrando o confronto e passou a mandar na equipe com seu quarteto ofensivo fazendo boa partida e se movimentando bastante confundido a marcação adversária. O gol saiu em jogada de lateral que Paulo Miranda lançou, Kardec cabeceou e a bola sobrou para Ganso dominar e girar acertando um belo chute no ângulo do goleiro Aranha, 1x0 Tricolor. Com o resultado a favor o São Paulo diminuiu o ritmo e a equipe santista tentou se animar, mas salvo alguns sustos na bola área a equipe santista não criou nenhuma oportunidade clara, no fim o São Paulo ainda teve boa chance com Kaká, e assim o primeiro tempo terminou com a vitória parcial do tricolor.



Haja coração

Pro segundo tempo a equipe do Santos veio um pouco mais ofensiva e o São Paulo jogava nos contra golpes, assim como no primeiro tempo o Santos não deu nenhum trabalho para Rogério, além disso, acabou dando os espaços que o São Paulo precisava, mas que testava o coração do torcedor com sua má pontaria tricolor, em especial com Pato. E se a lei do ex não falha, a lei do quem não faz toma, falha muito menos, em lance estabanado Álvaro derrubou o jogador santista e o apitador marcou pênalti resultando no empate santista. Mas, o Santos não contava com a boa jogada do renascido Denílson que tocou para Pato colocar o tricolor na frente novamente. Com a vitória o tricolor vai a 32 pontos e ultrapassa Corinthians e Inter que acabaram derrotados na rodada e agora aspira não apenas o G4 e sim a luta pelo topo da classificação.

Por fim, vale ressaltar o quanto o futebol nos surpreende. Álvaro Pereira, que até então só não era o melhor em campo porque o São Paulo contava com uma tarde genial de Ganso, cometeu um pênalti tolo que resultou no empate santista e que podia lhe render o titulo de “vilão do jogo” para os mais “cornetas”, já Alexandre Pato que até então ostentava esse titulo com boas chances perdidas acabou fazendo o gol que selou a vitória do tricolor.

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23 de agosto de 2014

Denílson mudou a cara do São Paulo



Denílson agarrou chance entre os titulares do São Paulo (Foto: Terra)
É preciso reconhecer os méritos do volante Denílson na mudança de cara do São Paulo nos últimos jogos. Praticamente afastado do elenco alguns meses atrás, Denílson conquistou, no dia a dia, uma nova chance com Muricy Ramalho. A chance dada foi agarrada. Denílson vem tendo uma sequência tecnicamente muito boa, sendo decisivo no alívio defensivo da zaga.

Contra o Bragantino, a boa partida de Denílson foi abafada pelas falhas de Rogério Ceni e atuação patética dos homens de frente. No entanto, mesmo em uma das piores partidas coletivas da história do São Paulo Futebol Clube, Denílson conseguiu ir bem, algo que seria raro até outrora. Contra o Palmeiras, Denílson foi fundamental na primeira etapa, onde os rivais conseguiram jogar mais.

Contra o Inter, na última quarta, Denílson foi, de longe, o melhor jogador em campo. Acertou quase que todos os passes na saída de bola, algo que sempre foi sua melhor característica. Denílson era cobrado, e ainda é, pela falta de "jeito" nos desarmes. O volante perdia por várias vezes o que chamamos de "tempo de bola", e isso lhe rendia vários cartões amarelos e alguns vermelhos. Lógico, Denílson continua a cometer erros, está longe de ser perfeito, porém é preciso destacar a evolução do jogador.

Creio que o período praticamente afastado da equipe principal serviu para Denílson refletir sua carreira. Talvez o volante tenha entendido que o fato de ter jogado - e bem - por anos no Arsenal, ser campeão do mundo pelo São Paulo e também cria do clube não é - e nem deveria ser - algum diferencial para que torne-se titular. É preciso dedicação e atenção, comprometimento, algo que, hoje, ele tem. É bom ver Denílson começar a mudar o rumo de sua segunda passagem pelo Morumbi e ajudar esse São Paulo extremamente desequilibrado a ter, ao poucos, o equilíbrio mínimo para ser competitivo. 

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22 de agosto de 2014

Ganso vive seu melhor momento desde que chegou ao São Paulo



Quando chegou ao São Paulo, Paulo Henrique Ganso era uma das principais apostas da equipe para que o time voltasse aos tempos de glória. Com a transferência de Lucas, protagonista do São Paulo em 2012, a responsabilidade de Ganso, que já era grande, se tornou ainda maior. 

Mas a adaptação à equipe do Morumbi não veio tão rapidamente. Ganso oscilou entre boas e más atuações e passou a ser questionado, chegou a ficar entre os reservas em alguns momentos. Mas, apesar do momento vivido pelo São Paulo em 2013, Ganso teve boas atuações, principalmente, após a chegada de Muricy e durante a recuperação no Campeonato Brasileiro.

Em ótimo momento, Ganso tem sido fundamental no São Paulo.
(Foto Site Oficial)

Em 2014, Ganso evoluiu, principalmente pela presença de jogadores de maior qualidade do setor ofensivo. O jogador se tornou mais participativo e em diferentes setores do campo. No meio, Ganso tem um papel fundamental que não de restringe apenas ao ataque. Na equipe, o meia é o terceiro jogador com o maior número de desarmes, ficando atrás apenas de Souza e Douglas, que são jogadores de posições mais defensivas.

O papel de 'Maestro', tão esperado e cobrado, também vem sendo desempenhado. Ganso é o líder em assistências do Campeonato Brasileiro. São sete, mas o número poderia ser ainda maior, já que o camisa 10 deu 32 assistências que resultaram em finalizações. 

As cobranças insistes de Muricy, pela presença mais assertiva na área, também tem surtido efeito. Na última partida, Ganso apareceu bem posicionado e livre de marcação para marcar o gol da vitória diante do Internacional, no Beira Rio.

A evolução de Paulo Henrique Ganso nessa temporada tem sido notável. O meia se tornou mais participativo, objetivo e vive seu melhor momento com a camisa tricolor. Se manter o ritmo, tende a evoluir ainda mais e, consequentemente, levar o São Paulo no embalo.

Adendo 
Por curiosidade e, também complemento da matéria, compartilho um link de uma lance separado pelo argentino Sorín (veja aqui). Nele Ganso desempenha o papel de marcador até o desarme e, em seguida, já se apresenta para a armação e criação da jogada ao lado da Kaká.


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De quarta pra quarta…



Que diferença! Que vontade! Que determinação! Que vitória!


Não há nada mais cíclico e apaixonante que o futebol. Há exatos 7 dias, eu (e todos os cidadãos tricolores pelo mundo que assistiram a vexatória eliminação frente ao Bragantino) pedia explicações para o ocorrido.

Após a partida de ontem, sou obrigado a compartilhar da mesma opinião que Muricy Ramalho sempre pregou: “Nem tudo é maravilhoso após uma vitória, e nem tudo é desesperador após uma derrota”.

Imagino um rapaz do Camboja, que não tem muito contato com o futebol brasileiro, e por ventura veio passar uns dias no Brasil. Sem muita programação na semana passada, acabou ligando a TV e assistindo uma partida de futebol entre dois times chamados São Paulo e Bragantino. Dormiu na metade do segundo tempo e sequer lembrou do jogo na manhã seguinte.

Passados alguns dias de intensas festas na noite brasileira, este mesmo rapaz, de ressaca acumulada, resolveu descansar na noite passada. Deitou em sua cama, procurou um bom filme, mas acabou se rendendo à programação da TV que transmitia mais um jogo de futebol.

Este, por sua vez, tinha Kaká em campo. Famoso também no Camboja. Isso, por si só, já chamou a atenção naquele jogo. Bem disputado, bem marcado, bem jogado. Sem conseguir pregar os olhos, assistiu uma bela partida de futebol, da forma como diziam sobre o tal futebol brasileiro.

Ao final do jogo, antes de dormir, exalava um bom sentimento após aquela noite ‘debutante’ no futebol brasileiro: “Gosto desse tal de São Paulo, time do Kaká. Vai ser meu time no Brasil. Nem se compara com aqueles times horríveis que assisti na semana passada.”

É. O time com Kaká em campo parece mesmo outro completamente diferente. Tira o peso de fracos e medianos, contagia todos pela vontade e determinação e ainda transmite uma confiança incomparável aos companheiros e à torcida. Poupar, suspender ou se machucar, NUNCA MAIS!

E assim vamos chegando! E atraindo olhares pelo Brasil e fora dele…

Por: Cassio Alves
Coluna do Torcedor
http://www.porbaixodaspernas.com.br

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