16 de setembro de 2014

Crise ou reformulação? Entenda a situação política do São Paulo



Juvenal e Aidar, personagens principais da ''guerra'' política no São Paulo.
Foto (Davi Ribeiro/Fotoarena)
Apesar de ter tido seu ápice com a demissão do ex-presidente Juvenal Juvêncio, que comandava o Centro de Treinamento de Cotia, a ‘guerra’ política no São Paulo não é tão recente. Aliás, ela tem se tornado pauta desde o ano passado – com a forte disputa travada antes das eleições, entre a oposição e situação – disputa que, inclusive, travou o plano de reforma do Morumbi. 

Mas enfim, as proporções – que já não eram tão pequenas – se agigantaram com a demissão de Juvenal. Como candidato da situação era, pelo menos esperado que Aidar mantivesse algumas coisas da antiga gestão no clube, dentre elas o próprio ex-presidente.

Porém, quando Aidar assumiu o comando do São Paulo, a situação do clube não era das melhores. Mal financeiramente e com muitos privilégios distribuídos aos diretores, o clube teve que passar por uma reformulação. Cotas foram adiantadas para quitar divídas, privilégios e gastos foram cortados. 

Aidar x Juvenal

O ápice da crise entre Aidar e Juvenal aconteceu após uma entrevista dada para a Folha de São Paulo, na qual o presidente criticou a gestão de Juvenal. Na entrevista, Aidar destacou que o clube era “muito acostumado a benesses” citando que viagens, hospedagens, ingressos e até mesmo carros com motoristas eram pagos aos diretores.

Definindo a gestão anterior como ultrapassada, o atual presidente também destacou as dívidas deixadas pelo antigo presidente – em abril, data em que assumiu a presidência, eram 109 milhões de reais em dívidas bancárias. 

Com declarações fortes e críticas, era de se esperar que Juvenal Juvêncio respondesse. Em uma nota oficial, Juvenal reiterou que deixou o clube em boas condições e acusou Aidar de ser oportunista.

Sem estar contente com a administração anterior de Juvenal, e com a atual administração de Cotia e com a própria resposta do ex-presidente,
Aidar demitiu Juvenal Juvêncio. Demissão que não aconteceu de forma amigável, o que rendeu mais manchetes e cenários de crise pintados no São Paulo.

O que deve acontecer a partir de agora

De acordo com o Globo Esporte, Aidar pretende demitir todos os funcionários ligados a Juvenal Juvêncio. Com essa decisão, rumores diretamente relacionados ao técnico Muricy Ramalho surgiram, mas a demissão foi negada pela diretoria. 

O clube deverá continuar passando por uma reformulação e redução dos gastos desnecessários. Pelo menos este é o plano do atual presidente. 

Futebol blindado da crise política

De acordo com a ESPN e a Gazeta Press, o vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro, agiu rapidamente para impedir que a crise afetasse o futebol, garantindo a permanência de Muricy (que foi apontada como “em risco” por Juvenal), Milton Cruz e o gerente executivo Gustavo Vieira. 

Mas afinal, o São Paulo vive mesmo uma crise tão grande?

Posso estar errada, mas não vejo a situação do São Paulo tanto como uma crise, mas sim como uma reformulação. É claro que mudanças de grande tamanho – como a demissão de Juvenal – geram uma repercussão ainda maior, além do descontentamento, surpresa e desentendimento das partes. Mas acredito que, se blindarem bem o futebol, o São Paulo não sairá perdendo.

A verdade é que o clube esteve por muito tempo submetido ao mesmo grupo e à mesma política na gestão e administração e, assim como uma reformulação é necessária no futebol, ela também é na política do clube. Se as mudanças estiveram acontecendo na direção em que são justificadas – corte de gastos, renovação da gestão, corte de privilégios, modernização – elas serão sim benéficas ao time.

O mais importante nessa história é que o futebol esteja bem separado da política e que as mudanças que venham a acontecer sejam realmente boas para o clube. 


Matérias consultadas nos sites Globo Esporte, ESPN e Folha de São Paulo.

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15 de setembro de 2014

A prova de fogo sem o quarteto



Já nos rendemos à eles. Nosso ataque tem feito bonito em campo e não me falem em milagres no futebol. Existe trabalho, persistência, garra e força. Tudo que pedíamos desde o ano passado e só nos sentimos satisfeitos agora, com a atual postura do time. Mas será que sem ele, conseguimos manter a pegada que vem sendo elogiada por todos? O ataque com aproveitamento de 100% terá que se acostumar no jogo dessa quarta-feira contra o Coritiba sem a presença de Kaká, que cumprirá suspensão automática após o terceiro cartão contra o Cruzeiro ontem, no Morumbi. 

Após grande vitória sobre o líder, passaremos pelo teste de fogo sem Kaká embalando essa fantástica formação
Foto: ESPN

Muricy Ramalho já apresentou sua posição sobre esse grande desfalque: "- Claro que ele faz falta, como jogador e líder, até por estar mais próximo dos demais jogadores do que o Rogério. Mas temos o Michel Bastos, que pode entrar na função e também tem experiência internacional", afirmou o técnico.

No clássico de domingo contra o Corinthians, Kaká volta mas a ausência será outra: Alexandre Pato, que por questões contratuais não pode atuar contra o clube até o final de 2016, será desfalque na equipe. Luis Fabiano ainda se recupera de lesão e pode ser uma alternativa (sendo esse o jogo perfeito para a sua volta, vide histórico de clássicos contra o Corinthians onde o camisa 9 atuou).

De acordo com o portal ESPN, até a defesa tem outra postura com o quarteto em campo: Em sete duelos, são 16 gols anotados e cinco sofridos, médias, respectivamente, de 2,2 tentos feitos por jogo e apenas 0,71 tomado. Sem o quarteto, em 14 partidas, a equipe fez, em média, 1,5 gol por embate e levou, também em média, 1,21.

Saberemos lidar com esses desfalques temporários ou o time está adaptado de tal forma que não sentirá o baque? O que você, torcedor, pensa a respeito? Comente!

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14 de setembro de 2014

SPFC 2x0 CEC, Eu sou você amanhã





Nação Tricolor:

O jogo do ano, Final antecipada...não faltaram adjetivos para descrever o jogo desse domingo. O fato é que Cruzeiro e São paulo são realmente os times que jogam o melhor futebol no  campeonato e não atoa são líder e vice-líder respectivamente. O Cruzeiro tem uma base, um modo de jogar, uma estrutura definida, desde 2013, o São Paulo jogo a jogo vai conquistando isso, a história do Cruzeiro pode servir de exemplo para o São Paulo, o time mineiro até pouco tempo atrás quase caiu para a serie B, o mesmo quase aconteceu com o tricolor, os mineiros no entanto aos poucos reformularam o seu péssimo elenco e hoje possui um baita elenco e por consequência um senhor time, o São Paulo pode fazer o mesmo se manter seus principais jogadores. Os dois times protagonizaram um belo jogo em um Morumbi abarrotado de gente (58.627 pessoas) e quem teve a sorte de assistir a esse belo jogo "in loco" realmente saiu satisfeito.
O que vimos em campo foi um jogo tenso, equilibrado, e com boas chances de ambos os lados. No inicio tivemos uma boa chance desperdiçada por Tolói e um chute de longa distância e que trouxe perigo a meta são-paulina. A partir dai o Cruzeiro melhorou no jogo e criou boas chances que pararam em Rogério Ceni, o São Paulo em alguns momentos sofreu com a boca marcação mineira e teve dificuldade em propor o seu jogo, mas foi no melhor do Cruzeiro que o São Paulo fez o seu gol. Ganso fintou Dedé e foi derrubado, pênalti que Rogério bateu e fez, 1x0 tricolor, o apitador ao meu ver errou ao não expulsar o zagueiro cruzeirense que já estava com cartão amarelo, o tricolor soube administrar o resultado e assim deu-se por encerrada a primeira etapa.

O São Paulo iniciou bem o segundo tempo e só não ampliou por infelicidade de Kardec em chute que bateu na rede pelo lado de fora, o Cruzeiro também teve boa chance de empatar mas Everton Ribeiro parou no M1T0 são-paulino, O São Paulo pouco a pouco foi se impondo e em determinado momento assumiu o controle da partida e conseguiu sua recompensar, Ganso bateu escanteio e a bola sobrou para Kardec que fuzilou as redes adversárias após linda defesa de Fábio. Com o 2-0 o Cruzeiro tentou vir para cima do tricolor mas nossa zaga soube controlar o impeto celeste e além disso teve outras boas oportunidades, no fim vitória justa e incontestável.

São Paulo e Cruzeiro enfrentarão as duas equipes paranaenses da competição, enquanto o Cruzeiro recebe o Atlético-PR no Mineirão, o tricolor irá até o Paraná enfrentar o Coritiba. Nosso jogo não é tão simples e é de extrema importância que a equipe a partir de agora não deixe de pontuar, uma vitória será essencial já que teremos o clássico domingo e o Cruzeiro também terá um clássico domingo só que na teoria um jogo mais fácil no meio de semana. O titulo é possível se a equipe se manter nesse ritmo e não der vida fácil na perseguição ao cruzeiro. E como falei anteriormente podemos nos esperar no rival de hoje que foi do possível rebaixamento ao status de melhor time do país, tudo que o Cruzeiro faz hoje não é por acaso, foi fruto de trabalho de ver o que estava errado, de corrigir as suas falhas e de recuperar o espirito de campeão que andava afastado, além disso o Cruzeiro viu recentemente a melhor fase do seu grande rival, assim como o São Paulo também teve essa experiencia com as recentes conquistas do Corinthians. A diferença é que a história, ao menos em 2013, teve final feliz para a equipe mineira. O São paulo luta para que esse final feliz mude de lado e que no dia 7 de dezembro a sua torcida grite: SOMOS HEPTA. Porque afinal, Cruzeiro eu sou você amanhã!



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13 de setembro de 2014

Cautela ou opção? Muricy ainda tem um bode na sala




Pato, Ganso, Kardec e Kaká são os responsáveis pelo bom momento do São Paulo (Foto: saopaulofc.net)
O bom desempenho do Tricolor no Campeonato Brasileiro, com destaque enorme do seu invicto quarteto ofensivo, formado por Kaká, Kardec, Pato e Ganso é a consolidação da hipótese mais debatida quando anunciada, pelo presidente Carlos Miguel Aidar, a contratação de Alan Kardec. O São Paulo criou um problema, foi ajudado por circunstâncias (lesão do Luis Fabiano) e agora precisa encarar novamente aquele velho problema que criou. O quarteto embalou, e Muricy parece não saber o que fazer com seu artilheiro e ex-titular. 

Luis Fabiano fez um primeiro semestre muito bom. Vivia, até a pausa para Copa, seu melhor momento desde que voltou ao São Paulo. Em alguns meses, Luis atingiu o mesmo número de gols da temporada passada inteira, mas foi parado por seu maior vilão, o próprio corpo. Kardec chegou ao São Paulo como uma contratação de oportunidade e foi preciso muito trabalho para convencer a torcida de que esse negócio seria bom, pois naquela altura ninguém entendia porquê pagar caro em um centroavante tendo Luis Fabiano voando. 

Pois bem, a lesão de Luis foi uma mão na roda para Muricy. Kardec chegou e logo tomou conta da vaga, sendo bem mais útil em termos táticos do que o experiente centroavante. Luis Fabiano, mesmo parado pelas lesões, ainda é o artilheiro do time na temporada e continua bem no ranking dos maiores artilheiros do Brasil em 2014. Todavia, mesmo marcando bastante, Luis tem problemas, limitações, e são justamente essas limitações que fazem Muricy ter, agora, um bode na sala. 

Luis Fabiano, artilheiro do clube na temporada, perdeu espaço no time (Foto: Globoesporte.com)
Recuperado da lesão, Luis Fabiano está treinando inteiro e bem há algumas semanas, porém estranhamente não vem sendo relacionado. O técnico do São Paulo diz que Luis precisa ter paciência e que seu não aproveitamento se dá por conta da cautela. Bobagem. Muricy, pelo menos ao que parece, não sabe o que fazer com Luis. Fabuloso é temperamental, precisa de carinho, como sempre disse o ex-presidente Juvenal Juvêncio. Pela história e pela boa temporada que fazia, deve ser difícil para Luis Fabiano aceitar que deve ser banco do time. Muricy tenta adiar seu aproveitamento, e não tiro a razão do treinador, mexer agora no time seria burrice, mesmo que essa mexida seja para encontrar um lugar para Luis Fabiano.

Tudo que Luis Fabiano faz, Kardec consegue realizar. E o contrário não é exatamente assim. Kardec trabalha muito bem fora da área, marca, dá combate, ocupa espaço, foge da linha de impedimento, algo que nunca foi a praia do Fabuloso. É difícil. Não adianta amenizar a situação e dizer que dá para jogar os dois sempre ou que Luis vai aceitar bem ficar como opção. Muricy tem um problema, um bode na sala, e ainda está perdido sobre qual atitude deve tomar. Não será possível adiar o retorno de Luis Fabiano para sempre, é preciso encarar o problema junto ao presidente, responsável também pela criação do mesmo, e da diretoria de futebol, leia-se Athaíde Gil Guerreiro. Só peço que pensem no melhor para o São Paulo. O problema está aí e não serei eu a resolver. O bode ainda está na sala. 

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12 de setembro de 2014

A história vai se repetir? Em 2006, 2007 e 2008, São Paulo venceu confrontos-chave



Quando conquistou os campeonatos de 2006, 2007 e 2008, São Paulo venceu jogos importantes.
(Foto: Gazeta Press)

Diante do Cruzeiro, o São Paulo terá a chance de definir suas pretensões no Campeonato Brasileiro. Na segunda posição, o Tricolor está a sete pontos do líder, e adversário deste domingo (14). Uma vitória, além de confirmar a boa sequência do time – já são oito jogos sem derrota pelo Brasileirão – diminui a diferença e dá confiança suficiente para que a equipe embale de vez no campeonato.

Para os supersticiosos de plantão (ou apenas para os que levam em conta o passado), o histórico está a nosso favor. 

Nos campeonatos de 2006, 2007 e 2008, quando foi tricampeão brasileiro, o São Paulo venceu jogos importantes, que culminaram nas conhecidas – e temidas – arrancadas da equipe rumo à conquista do Brasileiro ou que confirmaram a vantagem estabelecida pelo time.

Brasileirão 2006

Em 2006, a arrancada partiu justamente em cima do Cruzeiro, rival de domingo. No jogo, disputado no Mineirão, o São Paulo – que perdia de 2 a 0 – conquistou o empate com uma atuação incrível de Rogério Ceni, que além de defender um pênalti, marcou os dois gols são-paulinos.




Brasileirão 2007

Em 2007, o São Paulo enfrentou o Botafogo no Maracanã. O time carioca, que ocupava a segunda posição (logo atrás do São Paulo), vinha embalado por uma sequência de 25 vitórias consecutivas no estádio. Com uma vitória por 2 a 0, com gols de Alex Silva e Leandro, o São Paulo consolidou a liderança.


Brasileirão 2008

Em 2008, uma vitória diante do Cruzeiro marcou a incrível arrancada do time que teve uma série de 18 partidas invictas, com 12 vitórias e 6 empates. Na ocasião, o São Paulo venceu o Cruzeiro por 2 a 0, com gols de André Dias e Jancarlos.



São Paulo x Cruzeiro (2014)

Como apontado pelo próximo Muricy, a partida de domingo é o jogo mais importante do São Paulo até o momento, já que não traz só a chance de diminuir a diferença, mas também uma espécie de confirmação de que a equipe realmente está em busca do título. Mas apesar de todo o histórico favorável, a partida não será fácil.

O que pode atrapalhar o São Paulo

1. O Cruzeiro tem um elenco forte e equilibrado. Diferente do São Paulo, que não tem muita estabilidade defensiva, o Cruzeiro possui uma defesa bem sólida. Além disso, há pouca diferença entre os setores, a qualidade é nivelada por cima.
2. Bola aérea. A principal arma ofensiva da equipe celeste são as bolas alçadas na área, o que é exatamente o ponto fraco da defesa tricolor.
3. Laterais. Apesar de termos bons laterais – Auro vem muito bem – a marcação não é o ponto principal dos jogadores. Com um estilo de jogo que prioriza os cruzamentos, o Cruzeiro pode tentar explorar isso. A vantagem é que (pelo menos pelo que andei escutando de amigos cruzeirenses) as laterais da equipe celeste também podem ser exploradas.

O que pode ajudar o São Paulo

1. O ataque. A qualidade do ataque são-paulino é indiscutível. A da individualidade das peças, principalmente de Ganso, Kaká e Alexandre Pato, pode fazer a diferença. Mas a coletividade do quarteto, também é um ponto fortíssimo do sistema ofensivo do São Paulo.
2. Os volantes. Denílson, principalmente na questão defensiva, e Souza vem atuando muito bem pelo meio-campo são-paulino. Com atenção na marcação, eles podem anular peças importantes do ataque cruzeirense, dificultando a vida da equipe adversária.
3. A torcida. Com uma enorme chance de ter carga máxima no domingo, o time será empurrado pela torcida. O que deu (e muito) resultado na temporad passada, quando a torcida compareceu e ajudou o time a sair da situação de risco de rebaixamento. 

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11 de setembro de 2014

Quarteto nota dez: aproveitamento 100%



Caros Tricolores!

Antes de qualquer análise ou resenha, que jogo! O duelo desta quarta-feira (11/09/2014), contra o Botafogo, foi excelente. Tabelas, dribles, gols, expulsão, reviravoltas; O M1TO resumiu: foi um dos melhores jogos do Campeonato Brasileiro.

O “Quarteto ofensivo” está cada vez mais entrosado. A vitória sacramentou o bom momento do São Paulo, ficando cada vez mais próximo na briga com o líder Cruzeiro. A caça a Raposa está mais viva do que nunca.

- Quem vai ao estádio vê o São Paulo mostrando um bom futebol. Dá gosto de ver esse time jogar. Sempre na direção do gol. Hoje, mesmo quando tomamos a virada, o time manteve a tranquilidade e buscou o resultado. Isso nos dá a certeza de que tudo que fizemos para arrumar a equipe deu o resultado esperado – afirmou o técnico Muricy Ramalho.

Finalmente podemos ver um padrão de jogo, com toque refinado de bola e finalizações incisivas. O time está voando, em constante crescimento. Existem pontos que precisam melhorar, como a bola área.


Denilson e Souza evoluíram e deram consistência à defesa; liberando o ataque Tricolor. E que ataque! 100% de aproveitamento quando Kaká, Ganso, Pato e Kardec entram em campo juntos. É um setor que trás credibilidade e tem dado muito certo. A chegada de Kaká trouxe ao elenco um novo gás, sem dúvida nenhuma: Pato está em excelente fase, marcando gol e se movimentando muito, Alan Kardec chegando à frente com ótimas finalizações e Ganso evoluindo com seus passos perfeitos e roubadas de bola. O time ficou combatente, do ataque à defesa. É bonito de ver o nosso Soberano!

Mesmo com a recuperação do Fabuloso, Muricy admite não arriscar colocá-lo nesta “final” de domingo.

Agora é aguardar o duelo, com otimismo. Fazia um certo tempo que não sentia tanta confiança no Maior Time do Mundo.

Por: Victor Antonini
@VictorAntonini_


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10 de setembro de 2014

A situação de uma maneira que você nunca viu



E os assuntos dívidas e reclamações de gestões anteriores parecem não ter fim nos clubes brasileiros. A jornal, Carlos Miguel Aidar disse que o São Paulo estava parado no tempo e que está fazendo milagres na sua gestão, para conseguir administrar todas as dívidas e resquícios dos longos anos da gestão de Juvenal Juvêncio.

A pergunta é: por quê só agora isso veio à tona? Simples. O calo está apertando, e provavelmente foi pensado no momento da posse do cargo que seria simples - sem perceber o que havia mais a fundo. Nós, torcedores, sabíamos há tempos que o São Paulo do último ano tinha se tornado um time decadente, precário de material técnico e sem qualquer perspectiva. Muricy acaba de fazer um ano no comando do time, e estamos entrando no segundo turno do Campeonato Brasileiro na segunda posição, a sete pontos do líder. Confortáveis? Poderíamos estar em todos os aspectos nesse patamar, mas ao que tudo indica, ainda estamos quebrados financeiramente.

Juvenal Juvêncio e Carlos Miguel Aidar nem imaginavam o que estaria por vir...
Foto: Lancenet




Estivemos muito perto do rebaixamento e isso não era nem de longe o maior dos problemas. Segundo Aidar, " - Peguei o São Paulo [em abril] com R$ 109 milhões de dívida bancária. Em julho, tenho R$ 131 milhões de dívida. Aumentei R$ 22 milhões da dívida, que é a contratação do Kardec e imposto sobre ela. Vou compensar agora. Vou receber 5,4 milhões de euros (R$ 16 milhões) pelas vendas de Douglas [para o Barcelona] e Lucas Evangelista [para a Udinese]. O São Paulo é um clube viável? É! Mas gastou mais do que podia. Eu estou fazendo milagre. Pago R$ 2,3 milhões por mês de juros bancários... Até o fim do ano que vem, eu equilibro as finanças do São Paulo. Mas disputando título, porque eu não posso vender o time e brigar para não cair."

Informou ainda que existiam gastos desnecessários com diretores, e foi forçado a demitir alguns funcionários após um levantamento realizado por um instituto especializado em gestão de empresas: "Duas demissões, por enquanto. Duas da área de comunicação. O clube está sendo tocado com 950 empregados. O diagnóstico do Instituto Áquila [contratado para avaliar o desempenho do clube e propor um modelo de gestão] diz que o que esses 950 fazem, 95 podem fazer. Por quê? São acomodados, despreparados, não compromissados. Não vou [cortar 90%]. Não adianta cortar e o cara não estar preparado para fazer a dele."

Muito bem. Agora temos alguma ideia do que éramos (o porquê de termos ficado em posição tão desconfortável no campeonato) e o que somos hoje. Vale a pena conferir a vida política do clube um pouco mais de perto. Essas declarações vieram do candidato de situação. Logo, podemos pensar que se estando do mesmo lado não foi possível deixar de expor tantas fraquezas que tínhamos, imaginemos aonde nosso time pode chegar caso essa gestão não cumpra o que é necessário para o clube?

Fonte: ESPN


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Afinal, é quarteto ou quinteto?



Boas atuações, individual e coletivamente, de quarteto ofensivo tricolor não são os únicos obstáculos para a volta de Luís Fabiano à titularidade

O São Paulo parece ter encontrado a formação e o padrão de jogo ideais. Os talentosos atacantes e meias estão em sintonia e, com liberdade para se movimentarem quando tem a bola, vêm brindando a sua torcida com belas jogadas e lindos gols – vide o gol de Alexandre Pato (o sétimo em nove partidas) diante do Sport, no último domingo.



As vitórias, que há quinze eram vistas ainda com certa desconfiança por grande parte da torcida e imprensa – ambas com razão, devido ao futebol oscilante do time e tropeços diante de pequenos –, hoje colocam o São Paulo de volta como protagonismo do futebol paulista: tanto na tabela de classificação, quanto nos noticiários esportivos.

No entanto, como um sussurro após cada elogio, vem a pergunta: e com o Luís Fabiano à disposição, como é que faz?

Às vésperas da volta do Campeonato Brasileiro, sob a máxima de que “os melhores jogadores devem jogar e que o esquema tático deve se adequar às qualidades do elenco”, desenhei uma possibilidade escalação com os melhores e mais badalados jogadores à época.

O time jogaria num 3-2-3-2. Com Rogério Ceni; Rafael Tolói, Rodrigo Caio (hoje provavelmente seria o Edson Silva) e Antônio Carlos; Álvaro Pereira (jogando como volante, como jogou em alguns momentos pelo Uruguai na Copa) e Souza; Alan Kardec, Káká e Paulo Henrique Ganso; Alexandre Pato e Luís Fabiano.

Uma escalação estranha, sem laterais, foi a solução para, além de colocar o quinteto em campo com algum suporte para a zaga, de quebra, conseguir sacar Douglas e Maicon da escalação titular. Hoje, no entanto, ela não garantiria que os melhores estariam em campo.

Com o renascimento de Denilson que, ao lado de Souza, tem jogado muito tanto desarmando quanto na reposição de bola – e considerando Álvaro Pereira titular absoluto – é impossível montar um esquema com o quinteto.   Assim, Alan Kardec, Alexandre Pato e Luís Fabiano provavelmente irão revezar como titulares do ataque tricolor, que deve manter o atual 4-2-3-1.

A vaga de um dos atacantes ficaria para Paulo Miranda, improvisado na lateral. Com a ausência do zagueiro (machucado), e a não adaptação de Luís Ricardo, o garoto de 18 anos – e promissor –, Audo, provavelmente estará em campo enquanto um dos “estelares” o aplaudirá do banco.
O sinal de alerta continua e ganha força no Morumbi...

Há dez dias escrevi para SPFC1935 um artigo intitulado “Sinal de alerta ligado no $ão Paulo”. Nele, chamava a atenção para a importância de se manter os compromissos em dia com elenco e funcionários, defendendo que, além da obrigação óbvia que o empregador tem em pagar salários em dia, notícias como estas veiculadas na imprensa podem abalar a imagem do clube diante de atletas, agentes e empresários – o que dificultaria a disputa por jogadores.

“São Paulo atrasa pagamentos de atletas, demite empregados e corta salários”. Este é o título de uma matéria trazida pelo Uol hoje. À sombra da boa fase da equipe, nuvens cada vez mais negras pairam sobre Morumbi.

Por: Gustavo Novo
http://blogdogustavonovo.blogspot.com.br/

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9 de setembro de 2014

Repetir o primeiro turno tem cheiro de Hepta!



Passado o primeiro turno, começamos a separar os homens dos meninos no Campeonato Brasileiro. Após 19 rodadas, podemos cravar, por exemplo, que o título brasileiro de 2014 será comemorado em uma destas 4 cidades: São Paulo / Belo Horizonte / Porto Alegre / Rio de Janeiro.



Isso porque, a meu ver, só pode pensar em algo maior aqueles times que atingiram um mínimo de 30 pontos no primeiro turno. Todos aqueles com menos de 30 encontram-se a pelo menos 15 pontos atrás do líder Cruzeiro e, por isso, saem da disputa.

Considerando a fase dos times, elenco e força de chegada, podemos tirar também da disputa Galo, Grêmio e Fluminense, que usam binóculo para enxergar o líder, pelo menos 12 pontos à frente.

Então, amigos, o ‘pega pra capar’ deve ficar mesmo entre Cruzeiro, Internacional, São Paulo e Corinthians.

O Inter, enfraquecido pelos últimos vexames na Copa do Brasil e Sulamericana, além das seguidas derrotas em casa, perde cada vez mais força na disputa.

O Corinthians, apesar de não conseguir uma regularidade, pode ser o único a incomodar São Paulo e Cruzeiro na ponta. Para isso, precisa acabar com a síndrome de ‘empatite’ que contagia a equipe há quase 2 anos.

Caso vençam seus jogos neste meio de semana, São Paulo e Cruzeiro fazem o principal embate do campeonato no próximo domingo, em um Morumbi provavelmente tomado pela torcida. Uma vitória em casa colocaria o Tricolor bem próximo da ponta e o credenciaria a brigar com o próprio Cruzeiro pelo status de favorito ao título. Uma derrota pode acabar com qualquer pretensão.

Apesar do primeiro turno arrasador, a Raposa pode perder força caso Goulart e Éverton Ribeiro passem a ser frequentadores assíduos da lista da seleção. Além disso, o zodíaco contribuiu muitas vezes já no primeiro turno. Isso também pode ter acabado com a virada do turno.

Considerando a pontuação dos últimos campeões, acredito que 73 / 74 pontos seja o suficiente para levantar o troféu. Para isso, o Tricolor precisaria praticamente repetir o desempenho do primeiro turno (36 x 2 = 72) para no mínimo brigar até a última rodada pelo caneco.

Apesar dos números inferiores ao Cruzeiro, o Tricolor embalou em um momento crucial da competição e, se não vive um momento ‘mágico’, tem lampejos de magia com o quarteto Kaká, Ganso, Pato e Kardec .

A zaga, que era o grande vilão da equipe, parece ter encontrado um ponto de equilíbrio. Souza e Denílson também ganharam ótimo entrosamento e o grupo todo transmite sensação de foco e união.

Na hora do ‘vamo vê’, time por time, camisa por camisa, eu sou mais São Paulo.
E meu ingresso para domingo não preciso nem dizer que já está mais do que comprado.

Por: Cassio Alves
Coluna do Torcedor
http://www.porbaixodaspernas.com.br

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8 de setembro de 2014

São Paulo, APOSENTE A CAMISA 1 PARA SEMPRE. Ele merece...



Saudações! Que ótima vitória ontem, hein? Um belo presente em um dia tão especial. Afinal, em um dia como ontem, há 24 anos, Ele, o maior ídolo da história do maior clube do Brasil, chegou oficialmente no que seria, para sempre, Sua casa.

Não vou falar de Sua trajetória e nem ficarei me aprofundando nos Seus inúmeros feitos e recordes. Quero apenas propor algo que entendo ser uma homenagem justa: aposentem a camisa 1 do São Paulo.

Quem me conhece sabe há quanto tempo defendo essa homenagem. Por isso tentarei explicar o quanto essa eternização do número 1 é algo que deva ser aprovado pelo clube.

Toninho Cerezo, já ídolo, ajoelhado agradecendo Rogério por "tê-lo salvado". Era só o segundo jogo do M1TO. Presságio.
Foto tirada do livro "Maioridade Penal", de André Plihal
O São Paulo sempre teve uma história muita bonita, rica e repleta de muitos ídolos, por todas as épocas. Todos esses ídolos têm suas razões e seus feitos para sustentarem essa alcunha tão importante: uns com títulos, uns como craques, outros por grandes marcas, outros por serem decisivos e, alguns poucos, por uma combinação desses e outros fatores. Rogério Ceni se encaixa nesse seleto grupo, mas Ele vai muito além: nosso camisa 01 possui uma lealdade e identificação únicas com o clube. Em qualquer parte do universo, Rogério Ceni é sinônimo de São Paulo Futebol Clube. E isso, só Ele tem.

Sobre os recordes: muitos possuem marcas, então isso não é um argumento válido. Mas o que Rogério fez é diferente. Ele coleciona marcas! A quantidade de recordes, feitos e números Dele ultrapassa o impossível. E mais: não são marcas comuns, daquelas que olhamos e pensamos: “Ah, talvez alguém supere isso um dia”. Não! Muitas delas são conquistas eternas, que simplesmente não serão batidas.

Quando falamos de títulos, o foco continua o mesmo. Contando apenas os oficiais pelo São Paulo, são 17 (!) taças. Nem precisaria dizer que é O maior vencedor da história do clube.

M1TO ergue a taça de campeão do mundo, após uma atuação de Rogério: Perfeita.
Foto: Adrees Latif/Reuters
Vamos tentar dar uma dimensão ainda maior: são 1162 partidas com o manto Tricolor, 119 gols (ou seja, como goleiro é, por enquanto, o 12º maior artilheiro da história do SPFC), possui 918 jogos como capitão e tem 606 vitórias. Waldir Peres, segundo jogador que mais vezes jogou pelo São Paulo possui 617 jogos. Lembrando que, como estamos em setembro, todos esses números serão ampliados.

Sobre o fato de aposentar camisa: não é necessário citar aqui todos que já fizeram isso, mas pegaremos apenas dois exemplos do futebol: os gigantes Milan e Internazionale, ambos da Itália, aposentaram as camisas de número 3. Pelo Rossoneri, Paolo Maldini foi o homenageado. Do lado Nerazzurri, Giacinto Facchetti ficou com a honra.

Rogério, além de tudo, é O único goleiro a fazer gol em uma final de campeonato (2000) e no Mundial de Clubes (2005)
Foto: Djalma Vassão/Gazetapress
Vamos também desconstruir um argumento fraco contra a ideia, que diz respeito ao futuro. “As crianças têm o sonho de vestir a camisa 1 do São Paulo, que um dia foi de Rogério Ceni”. Tudo bem, mas essas mesmas crianças têm o sonho de jogar onde Ele jogou, e aposentando a camisa, esse sonho seria maximizado, afinal todos saberiam o motivo. “Quero jogar no clube e na posição onde Rogério Ceni aposentou uma camisa”. Esse seria o novo (e correto) pensamento.

Outro suposto obstáculo: Conmebol. Ela obriga que os clubes, em competições internacionais, utilizem camisas com numeração de 1 a 30 (mesma quantidade de jogadores inscritos). Isso é uma questão fácil de ser resolvida. Basta entrar em acordo com a entidade sul-americana. Enviar um ofício explicando a situação e solicitar que usemos as camisas de 2 a 31. Não tem segredo, só precisa ser feito isso com algum planejamento. Convenhamos, é a Conmebol, ela não vai barrar nada disso.

Para finalizar, espero que o clube pense nessa ação com carinho. É algo mais que merecido e deve ser levado a sério, com inclusão no estatuto e tudo o que tiver direito. Rogério é único, é O maior e, devido aos motivos citados acimas e outros milhões já conhecidos, sempre será assim. Há quem diga: “Ah, mas se tivesse feito isso com o Zetti, Waldir ou Poy, o Rogério não usaria a 1”. Verdade. Mas o Rogério foi maior, fez mais e chegou a um patamar inalcançável. Ele não pode ter uma homenagem simples e acabar aí. Precisa ter uma homenagem eterna, assim como Ele e Seus feitos. Feitos esses pelo, para e no São Paulo.

P.S.: Existe uma petição criada pelo site "Isto É SPFC" para que essa ideia aconteça. Peço a todos que assinem, divulguem e abracem essa iniciativa, que será enviada ao São Paulo Futebol Clube quando concluída. Eis o link: http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR74408. Para quem assinará sem cadastro, é necessário utilizar um e-mail válido para confirmar a assinatura.

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7 de setembro de 2014

Tem que respeitar




    O São paulo fez uma ótima partida essa no Morumbi e derrotou o Sport com facilidade, o Morumbi que contou com pouco mais de 25 mil pessoas mais uma vez viu o São Paulo arrasar o seu adversário com seus quatro jogadores de frente e o placar só não foi elástico porque infelizmente o tricolor perdeu grandes chances, com a vitória a equipe termina o primeiro turno provisoriamente na vice liderança e fica a sete pontos atrás do lider cruzeiro, é sempre arriscado dizer que a equipe lutará pelo titulo, como já fiz aqui, mas impossivel não é. Temos um jogo contra o botafogo fora de casa na quarta enquanto os mineiros enfrentarão o Bahia, jogando em seus domínios, é de extrema importância que o São Paulo vença esse jogo e no domingo jogue a sua "final" contra o próprio Cruzeiro, aliás esse jogo de domingo poderá ser um divisor de águas a respeito do que o são paulo poderá conquistar nesse campeonato, se a vaga na libertadores ou lutar pelo campeonato.



     O São paulo teve de volta o zagueiro Antônio Carlos mas nosso treinador, acertadamente, deixou ele no banco. Acho que temos que ser justos e sinceros e dizer que o Edson Silva com toda a sua limitação vem fazendo bons jogos, seria um erro tira-lo logo agora, Luis Fabiano também terá de esperar para voltar ao time, o time esta entrosado e encaixado nesse esquema e não será benéfico que a equipe mude seu jeito de jogar. Feito esse comentário, o São paulo iniciou com, Ceni; Paulo Miranda, Tolói, Edson Silva e Reinaldo; Denilson, Souza, Ganso e Kaká; Pato e Kardec. A equipe desde o inicio controlou a partida e pouco a pouco foi criando as suas chances de gol, em bela jogada de Ganso e Kardec, o camisa 14 cruzou e a bola desviou no jogador adversário e morrendo no fundo do gol, Auro que entrou após a contusão de Paulo Miranda, participou da belíssima jogada coletiva que ainda contou com Tolói e Souza que serviu Pato que com um chute cruzado ampliou o placar, o São Paulo só não saiu de campo com o 3x0 ainda no primeiro tempo porque infelizmente Pato perdeu gol incrivel após ótimo passe de Kardec. Mesmo com o São Paulo tirando o pé no segundo tempo, o Sport não conseguiu jogar e por exceção de um chute de Ibson não criou chances que incomodassem o goleiro tricolor, o São paulo ainda criou boas chances mas não conseguiu marcar e nos 15 minutos finais apenas controlou o jogo. 


      Vale ressaltar a grande fase que Denílson vive no clube e hoje mais uma vez foi um dos melhores campos, traduzindo sua partipação em números, o camisa 15 acertou 100 passes em 101 tentados (via SPFCpedia) além de bons desarmes, o Tolói ainda nos dá alguns sustos e tem essa mania irritante de chutões mas é inegável que também vive sua melhor fase com a equipe são-paulina, depois que voltou da Roma se mostrou um zagueiro muito mais seguro do que aquele que vimos em 2013. Auro hoje fez a sua partida com a nossa camisa e eu gostei muito do que vi, um jogador de muita personalidade e de bom futuro pela frente, com sequencia e regularidade ele pode vir a ser o lateral titular da equipe apesar de cometer alguns pequenos erros que é natural para um jogador de 18 anos, outro que vale a pena se destacar é o KAKÁ, é incrível o quanto ele se doa em campo, marca, passa, finaliza, arma, o que ajudou muito o ganso e hoje os dois são imprescindíveis na meiuca tricolor. E não poderia deixar de citar ele, o M1T0, 24 anos de clube, uma verdadeiro recorde e que hoje em dia não existe mais, obrigado Rogério, por tudo. Obrigado!!!!!!!!!!

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6 de setembro de 2014

Cinquenta vezes Kaká



Kaká comemora primeiro gol no Morumbi em sua volta ao Tricolor (Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Na última quinta-feira (4), no Morumbi, pela Copa Total Sul-Americana, Kaká estreou em competições internacionais com a camisa do São Paulo nessa sua volta ao clube. O segundo jogo do confronto brasileiro entre Criciúma e São Paulo na competição continental já está marcado na história do São Paulo e, principalmente, na história de Kaká. 

Primeiro, foi do meia o segundo gol da partida, seu primeiro tento em solo sacrossanto desde seu retorno. Existia uma certa expectativa em relação ao primeiro gol do meia no Morumbi nessa sua volta, e os deuses do futebol, amigos do Mano Menezes, reservaram a data do confronto para que Kaká, enfim, marcasse no Cícero Pompeu de Toledo.

Segundo, o gol de Kaká foi muito importante para que o clube conseguisse conquistar a vaga na fase seguinte. O São Paulo, apático, havia sido derrotado pelos catarinenses na semana passada por 2 a 1, e precisava reverter o confronto, algo que acabou acontecendo graças ao gol contra do Tigre e ao primeiro de Kaká no Morumbi na temporada.

Terceiro, Kaká anotou, quinta, seu gol de número 50 pelo clube, algo significativo por ser um número redondo. O último gol de Kaká pelo São Paulo aconteceu justamente em seu primeiro jogo, diante do Goiás, em Goiânia, pelo Campeonato Brasileiro. Já no Morumbi, o último gol de Kaká vestindo o manto são-paulino ocorreu no longínquo ano de 2003. Naquela oportunidade, o São Paulo enfrentou o Paraná Clube e a partida acabou sendo uma das últimas do meia pelo Tricolor antes de embarcar até Milão para assinar com o Milan. 

A passagem atual de Kaká pelo São Paulo tem sido boa. O meia parece ter grande influência sobre Alexandre Pato, que passou a ser um jogador decisivo com a presença do amigo e companheiro de time. Kaká não tem conseguido jogar todos os jogos, e muito dessa decisão é responsabilidade da comissão técnica, que tem a sua disposição tecnologias medicinais que apontam um desgaste maior do meia em relação aos demais. Como Muricy disse, essa é a justificativa para dosar com cuidado a participação de Kaká nos jogos. Mesmo nessas condições, Kaká tem sido importante dentro e fora de campo, algo que já faz a sua vinda, mesmo que por um curto período de tempo, ser considerada muito boa. Que continue assim. 

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5 de setembro de 2014

São Paulo pode fechar 2014 com déficit de até R$ 30 milhões



No primeiro ano de Aidar como presidente, São Paulo pode ter déficit de até R$ 30 mi
(Foto: Reginaldo Castro)
O mau momento financeiro do São Paulo não é uma novidade, mas as projeções da equipe financeira do clube são ainda piores. Com um déficit que pode chegar aos R$ 30 milhões – com os R$ 17 mi arrecadados com as vendas de Douglas e L. Evangelista incluídos – o clube deverá fechar o ano no vermelho.

A verdade é que financeiramente, 2014 não foi muito favorável ao São Paulo, abaixo cito alguns dos motivos que podem ter contribuído para este cenário:

1. Saída da Semp: com a rescisão da Semp, antiga patrocinadora máster do clube, o São Paulo perdeu, em arrecadação, R$ 2,5 milhões mensais.
2. Folha salarial alta: se com um grande patrocinador já seria difícil manter uma folha de R$ 10 milhões mensais, sem patrocinador a tarefa deve pesar ainda mais as finanças do clube.
3. Contratações furadas que continuam gerando gastos: “os famosos encostados”, não jogam mas ainda recebem salário e alguns são altos, como o do argentino Clemente Rodriguez que gira em torno dos R$ 200 mil
4. Pouco aproveitamento do programa sócio-torcedor: infelizmente, o tamanho da torcida não reflete no programa. O São Paulo não possui nem 30 mil inscritos. O Cruzeiro, que tem uma torcida menor numericamente, é um dos que mais fatura com o programa, a arrecadação chega a ser de R$ 2 mi mensais. 
5. Lesão de Rodrigo Caio: por mais que eu não veja com bons olhos a excessiva confiança do São Paulo na venda anual de jogadores, o dinheiro que poderia ser arrecadado com a venda do zagueiro/volante salvaria os cofres.

Por mais que o São Paulo tenha tido perdas significativas de receita - como o patrocínio e a venda de Rodrigo Caio - é importante que a mentalidade financeira do clube seja amadurecida. Lesões e imprevistos acontecem, todo o balanço de gastos não pode ficar comprometido com arrecadações que não são concretas.

O principal passo, que pelo menos penso, que deva ser dado é um planejamento mais consciente dos gastos e arrecadações. Não se pode depender sempre da venda de 'grandes jogadores' porque não existe garantia de que eles irão aparecer magicamente a todo tempo. 



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Faltou futebol, sobrou sorte.





Na noite desta quinta para pouco mais de 10.000 pagantes, o São Paulo fez a sua parte e despachou a equipe do Criciúma, com o placar de 2x0 o tricolor reverteu o revés sofrido na ultima quinta feira e agora espera o vencedor de Cerro Porteño e Independiente del Valle. Ao contrario do que afirmou no inicio da semana, o técnico colocou todos os seus titulares em campos, a unica exceção foi Pato, vetado de ultima hora, além de Luis Fabiano e Antônio Carlos que se recuperam fisicamente e devem jogar domingo, o jogo de hoje foi a antítese do confronto com o Mesmo Criciúma pelo brasileirão, se naquele jogo o São Paulo dominou amplamente perdeu inúmeras chances, hoje não foi bem e contou com a sorte para vencer os catarinenses, ainda que no segundo tempo a equipe tenha perdido ao menos duas grandes chances com Kardec e Osvaldo, a equipe jogou muito aquém do que pode jogar, e criou um drama desnecessário para os seus torcedores.


O São paulo iniciou com, Ceni; Paulo Miranda, Tolói, Edson silva e Michel Bastos; Denilson, Souza, Ganso e Kaká; Osvaldo e Kardec, particularmente não gosto de Michel Bastos como lateral, em vários momentos a equipe adversária explorou com facilidade o seu setor e só não causou mais estragos pela limitação de seus jogadores, o São Paulo acertou ao traze-lo, ele é um jogador muito útil embora nem de longe seja o craque anunciado pela afobada diretoria, mas o a direção e o treinador podem cometer um erro se achar que o camisa 7 é lateral, posição em que não atua há vários anos, inclusive quando jogou na copa nessa função. Outro ponto é a contratação imediata de um lateral direito, Paulo Miranda não pode ocupar essa função até o final do ano, é dar muita sopa pro azar em continuar com ele ali, e como o reserva é o superestimado Luis Ricardo e o Muricy não parece inclinado em dar chances ao Auro a equipe precisa com urgência de um jogador da posição ali. O São Paulo fez um primeiro tempo muito fraco e tomou vários sustos que só não se concretizaram em gol porque a equipe catarinense é muito fraca. Mas ai a sorte sorriu e a equipe em apenas duas finalizações na primeira etapa conseguiu achar os gols que lhe deram tranquilidade.



Em desvantagem o Criciúma foi pra cima no segundo tempo e a nossa zaga deu os velhos sustos de sempre mas que não resultarem em grandes chances da equipe adversária, o são paulo começou mal e aos poucos foi se soltando em campo até por questão do Criciuma ter dado mais liberdade para Kaká e Ganso, com isso as chances foram aparecendo mas o São Paulo desperdiçava bisonhamente, primeiro com Kardec e depois Osvaldo, o São Paulo poderia ter feito 4 ou 5 gols no Criciúma mas isso refletiria um placar que não foi bem o jogo, mas que foi suficiente para evitar mais um vexame no Morumbi.


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4 de setembro de 2014

Tricolor em duelo decisivo contra o Criciúma



Hoje é o dia de redenção para o Tricolor. O São Paulo encara o Criciúma, pela Copa Sul-Americana, com força máxima. O quarteto ofensivo está novamente reunido: Ganso, Pato, Kaká e Alan Kardec.

O maior clube do Brasil precisa hoje de uma vitória para passar de fase. Quando o ‘quarteto’ ofensivo foi utilizado, o São Paulo obteve 100% de aproveitamento. Passar para a próxima fase é obrigação, já que o campeão garante vaga na Libertadores 2015 (caminho mais fácil, teoricamente).

“O nosso dia a dia tem sido muito tranquilo, você vê nos gestos fora de campo. Quando você leva isso para dentro de campo, é natural que o entrosamento aconteça. Todos vinham fazendo uma sequência boa, mas o fundamental é saber que a temporada é longa e que não será em todos os jogos que o quarteto será utilizado.” – ressaltou o camisa 14.

Muricy aposta na força total do ataque, que além de tudo mantém a consistência do setor defensivo. Ganso é um dos maiores desarmadores do campeonato Brasileiro, além de ter marcado gols nesta temporada. Está em sua melhor fase, segundo o próprio.


Imagem - Site oficial
“Já tive momentos muito bons também. Mas esse é o meu melhor momento no São Paulo, principalmente porque estou com outra cabeça. Não é só o meu bom momento, mas do time também” – disse PH Ganso, em entrevista.

Boa fase vive também Alexandre Pato, um dos destaques atuais.  Com a volta de Kaká, o atacante voltou a apresentar bom futebol e mais empenho nos jogos.

Vamos torcer por nosso Tricolor fazer um excelente duelo, e avançar de fase. É um título importante e não podemos desperdiçar nenhuma chance.

 #AvanteMeuTricolor
Por: Victor Antonini
@VictorAntonini_


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3 de setembro de 2014

O milagroso quarteto mágico



Alexandre Pato anda em boa fase. Não chegou perto ainda do que jogou pelo Milan no começo da carreira, mas vem agradando em boa parte dos jogos que participa. E no São Paulo, conseguiu a sua melhor média de gols em toda a sua carreira. O quarteto não só está extraindo bons resultados como tirando de todos os jogadores o seu melhor, desde que chegaram ao elenco.

E ao que se deve essa evolução? Simples. O "quarteto mágico", formado por Paulo Henrique Ganso, Kaká, Alan Kardec e Pato explicam isso. As atuações têm sido redondas e o quarteto está entrosado. A experiência de Kaká contribui positivamente com a postura desse elenco, e mesmo que não esteja jogando como nos bons tempos, a influência que exerce sobre o time é extremamente perceptível. O posicionamento do time, do meio campo pra frente mudou, significativamente. 

Com a chegada de um homem de referência, Pato melhorou muito seu desempenho ofensivo e confiança
Foto: Globoesporte.com
Mas porque esse tipo de jogador só joga bem com jogadores de alto nível ao seu lado?
É uma boa pergunta e de simples resposta. Por onde passou, Pato jogou com grandes mestres da bola: Seedorf, Ronaldo, Kaká, Ronaldinho Gaúcho... assim fica muito simples jogar bonito, certo? Claro que fica. Mas uma coisa é fato: jogadores de alto nível precisam de apoio no mesmo nível. Jogador caro é obrigado a jogar bem e melhor que os outros? Sim, concordo! Jogador com o rótulo de diferenciado precisa mostrar a diferença. Mas não adianta muito alinhar jogadores que fazem apenas o arroz com feijão ao lado desses nomes e esperar grandes resultados - eles não virão. Paulo Henrique Ganso estava sozinho nessa leva, tentando tirar leite de pedra de um ataque pouco criativo e que se posicionava mal diante dos seus passes. Com isso, perdeu seu brilho e não fez muito pelo time, sendo apontado como preguiçoso em campo. Com a chegada de Pato, os dois puderam se entrosar um pouco mais, mas a não frequência do atacante prejudicava esse esquema, que hora era armado com Luis Fabiano, hora com Ademílson (que com o maior respeito do mundo, não tem condições de atuar no elenco profissional do São Paulo). Precisávamos de um nome forte e que acompanhasse esse esquema, juntamente com alguém de influência para apoiar Ganso e extrair mais criatividade ofensiva. 

Alan Kardec tem sido um desses nomes. Não faz apenas o feijão com arroz e tem se mostrado extremamente eficiente quando acionado. Já marcou gols e já caiu nas graças da torcida, que está muito satisfeita com o seu trabalho. Paulo Henrique Ganso tem sido essencial, com passes precisos e muito bem pensados, coisa que em 2010 fizeram dele um grande nome e hoje, está voltando aos poucos a ser o que esperamos dele. E Kaká, que com sua persuasão consegue positivamente empurrar o time para o lugar certo. Quando não está com a bola, armando as jogadas, é responsável por organizar e alertar os jogadores, dentro e fora de campo. Quando falamos que jogadores precisam de estímulos, é desse tipo de estímulo que estamos falando. Um ou mais nomes de referência para encaminhar um elenco milionário dão resultado. Aumentar seus salários e afundar o time em dívidas, não. 

Muricy dispõe até o final do ano de um grande elenco do meio de campo pra frente. É um ótimo momento pra congelar estratégias de querer mudar muito ou querer alterar demais um esquema que já se mostrou eficiente. Temos ainda Luis Fabiano voltando de lesão e Osvaldo, que por mais que possa parecer utópico, também tem se apresentado bem. Manter essa pegada e o setor ofensivo vivo é a tarefa mais difícil - e prazerosa - que Muricy encarou até hoje no comando do time.

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2 de setembro de 2014

Que safra hein, Cotia?



A estreia Tricolor na Copa Sulamericana não foi exatamente aquela que esperávamos. Ok, também não foi desastrosa. Um simples 1 x 0 no Morumbi é o bastante para avançarmos e prefiro o São Paulo precisando jogar pela vitória do que acomodado, como foi frente ao Bragantino.

É evidente, também, que na próxima quinta-feira devemos entrar em campo com força máxima, incluindo o quarteto que possui 100% de aproveitamento quando atuando juntos (Ganso, Kaká, Pato e Kardec).



Compreendo também a posição de Muricy em Criciúma. Ganso e Kaká, os cérebros do time vice-líder do Brasileiro, foram poupados devido à sequência de jogos decisivos que teremos pela frente (o que seria inadmissível seria poupá-los na próxima quinta-feira, no jogo de volta contra o Criciúma).

Kardec, entretanto, permaneceu no banco e foi a ausência mais questionada, pelo menos para entrar na segunda etapa. Porém, ele é o único atacante decente que temos para domingo: Pato está suspenso, Luís Fabiano permanece em sua eterna recuperação e Osvaldo (nem tão decente assim) nem viajou à Santa Catarina e ficou no departamento médico.

Aí eu lhe pergunto: imagine só se Kardec entra no jogo, que apesar do resultado adverso ainda está sob controle, e por ventura sofresse uma pancada que o vetasse para o embate de domingo?

Aquele time que empolgou nas últimas 4 vitórias consecutivas, teria no importantíssimo jogo frente ao Figueirense, fora de casa, o ataque formado simplesmente por Ademílson e Ewandro. Meu Deus!!!

Já está provado por A + B que Ademílson não tem condição nenhuma de ser jogador do São Paulo Futebol Clube. Sua displicência em campo, com ar até de deboche num simples caminhar, tira do sério qualquer um que estiver assistindo.

Já Ewandro é muito novo, eu sei. Mas também sei que ele NUNCA fez uma jogada sequer em todas as oportunidades que teve. Inclusive, ele me lembra muito o próprio Ademílson. Devem ser primos.

Isso seM contar o nosso zagueirão Lucão, que me lembra Betão, Zelão ou qualquer outro com ão que seja horroroso. Falhas absurdas contra Fluminense e ontem que contribuíram diretamente para nossas derrotas. Este já começa a me lembrar Rodrigo Caio por seu perfil perdedor.

Atentem-se: foi só Rodrigo Caio sair do time (é claro, e a entrada de Kaká) para o Tricolor engrenar e passarmos de azarão a um dos favoritos. Ele tem perfil perdedor, sim, e como eu já disse no ano passado, enquanto fosse titular absoluto não ganharíamos nada com certeza absoluta. O destino contribui desta vez. Sorte!

O que me vem sempre à cabeça é que Cotia virou um resort de luxo. Com exceção ao Lucas (e TALVEZ Boschilla, que parece ter algum futuro), ano após ano só vemos sair de lá Casemiros, Lucões, Ewandros, Ademílsons, Rodrigo Caios, Wellingtons, Evangelistas..

O pior é que Muricy é obrigado a escalar esses rapazes, na marra, pois é através da venda deles que equilibramos as contas do clube. Graças a Deus que sempre tem louco pra levá-los.

Mas, com 18 milhões anuais de gasto em Cotia, a garimpagem não parece estar sendo tão seletiva. Ou começo a me convencer que a safra do país é que realmente esteja totalmente enfraquecida.

Por: Cassio Alves
Coluna do Torcedor
http://www.porbaixodaspernas.com.br

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1 de setembro de 2014

Levem a Sul-Americana a sério. É o mínimo que se espera




Saudações! Hoje farei algo um pouco diferente: não comentarei muito o resultado de ontem porque parece que tem gente que aprovou o empate, considerando bom resultado, e quando você critica é “corneteiro” ou “não é torcedor”. Às vezes eu esqueço que o clube está muito bem mesmo e não possui nenhum problema, né? Enfim, falarei sobre a Sul-Americana.

Eu gostaria muito de entender qual é o critério usado por comissão técnica e diretoria para não dar importância a essa competição e poupar diversos jogadores em competição mata-mata. O argumento é: “eles vão ‘estourar’”. Mas já? Os campeonatos voltaram há um mês e meio após quarenta dias (!) de parada. Nesse período, o São Paulo ainda teve dois meios de semana livres de jogos.

São Paulo jogou 12 jogos em 46 dias após a Copa. Praticamente um a cada quatro dias. Nem ideal, nem maratona.
Foto: Rubens Chiri/Site Oficial
Vamos lembrar também como aconteceu a “classificação” à competição internacional: Passando um dos maiores vexames da história (sim, estou repetindo isso). Será que não serviu para nada? Precisou perder para o Criciúma com três titulares e técnico interino? Uma equipe que, contando a rodada de ontem, tem três empates e cinco derrotas nos últimos oito jogos do Campeonato Brasileiro! Também não é possível que seja “só” problema de poupar atletas (outra repetição dos fatos).

Essa temporada está começando a ficar marcada pelo ano em que um São Paulo de elenco muito limitado e time absurdamente irregular praticamente abriu mão de duas das quatro competições que disputou sem motivo para isso. Quem diria que iríamos ver isso de uma equipe que até pouco tempo atrás entrava para ser campeão de qualquer competição que disputasse?

Sul-Americana é o único título do clube desde 2008. Não há razão para menosprezo.
Foto: Renato Pizzutto
Sejamos honestos, a Sul-Americana é a chance mais real (para não dizer única) que há de título. Como assim time misto? Levem a sério! É um título internacional, que também dá vaga à Libertadores e, nessa edição, está com adversários tradicionais e de camisa pesada. Pelo 2014 medíocre (para ser simpático), pelos últimos anos, pelo contexto do Campeonato Brasileiro e pela camisa do São Paulo, o clube não tem direito de desdenhar dessa forma da competição. Pior: se for eliminado pelo Criciúma, é outro vexame histórico.

Quinta-feira, às 20h, no Morumbi, o São Paulo tem, sim, a obrigação de reverter o resultado e depois levar o torneio continental a sério. Não dá para todos que estão representando essa camisa se esconderem atrás de desculpas e futebol vazios e achar que está tudo bem. Esperamos uma mudança de mentalidade e de atitude, algo mais condizente com um clube vencedor.

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31 de agosto de 2014

Com sabor de derrota



Nação tricolor.

O São Paulo breca a sua sequencia de vitórias no campeonato brasileiro com mais um tropeço em santa catarina, a equipe do Morumbi inclusive se jogasse o campeonato catarinense poderia ter muitas dificuldades já que em quatro jogos no ano contra equipes de lá não venceu nenhuma. Com o resultado o São Paulo cai para a terceira colocação e praticamente só lutará por G4, ao menos que no confronto direito contra o cruzeiro, vença e diminua a vantagem consideravelmente. O jogo foi marcado por uma arbitragem polêmica e que nos prejudicou claramente, mas não adianta achar que o São Paulo empatou apenas pela interferência do juiz, a equipe mais uma vez demonstrou as suas falhas crônicas e contou mais uma vez com um escolhas infelizes do seu treinador.


Com as suspensões de Palito, Pato e Ganso, eu esperava um São Paulo no mesmo 4-4-2 dos jogos anteriores com Michel Bastos cumprindo a função de meia esquerda com Kaká mais centralizado, com Reinaldo na ala esquerda e Osvaldo formando dupla de ataque com Kardec. Mas Muricy, na minha opinião, foi equivocado nas suas escolhes, Michel Bastos NÃO pode ser lateral esquerdo, ele não joga mais assim faz muito tempo, nem na Copa de 2010 o jogador atuava mais assim no seu clube, além disso Muricy inexplicavelmente dá mais uma chance ao horrível Ademilson que simplesmente é um buraco negro no ataque tricolor, quando a bola cai no seu pé, a jogada não evolui, com isso Kaká ficou muito sobrecarregado na armação das jogadas, o que já acontece com GANSO, faz muito tempo. Isso ocorre pela teimosia em jogar em um 4-2-3-1 um esquema tático que ja deveria ser abolido do São Paulo faz tempo, porque é evidente que não temos jogadores para isso. Os volantes são apenas marcadores, não criam nada, Maicon que poderia fazer isso é o rei das recuadas e com seu futebol pobre não agrega nada na equipe titular, como já citei Ademilson perde todas as jogadas e Osvaldo vive de lampejos, assim Kaká, Ganso, ou qualquer outro meia no mundo sofreria para jogar em um plano de jogo como esse.

Sobre Muricy, eu reconheço o seu status de ídolo incontestável, mas também reconheço que ele precisa rever certos conceitos, não há explicação para Ademílson jogar tanto e também não há explicação para voltar a insistir em um esquema fracassado como o 4-2-3-1 observando as características do ATUAL elenco, que diga-se também, na prática não é 30% do que pintam, o são paulo tem sim um bom time titular ainda que a zaga comprometa, mas não é um elenco competitivo. Ainda sobre Muricy, é de louvar que tenha achado um modo da equipe jogar com Kaká, Ganso, Kardec e Pato, mas no geral é muito pouco. O trabalho em 2014 é fraco, mas isso não quer dizer que eu exija a sua demissão imediata, não é bem por ai, apenas como disse anteriormente e repito ele precisa rever seus métodos, explicar chances demasiadas a jogadores péssimos e o porque de aparentemente não mexer no time, ainda que o elenco seja fraco em determinas situações de jogo é necessário mexer no time e hoje foi o caso, como também foi quinta feira. Outra coisa de muricy que não consigo entender, é o hábito de só colocar Boschilia nos minutos finais, o mesmo vale para Ewandro, acho que nesse atual elenco eles deveriam ter mais chances sim, mas não adianta também colocar um jogador pra jogar 5, 10 ou até 20 minutos e exigir que ele faça alguma coisa. Em suma, confio no nosso treinador, mas ele também precisa reagir e encontrar métodos para quando não contar com seus melhores jogadores.


A direção anterior e a atual tem grande parcela de culpa também, se por um lado Aidar merece elogios por contratar Kardec e Kaká, por outro merece criticas por não se empenhar em dar mais opções defensivas para o treinador, e agora com a venda do Douglas é necessário um lateral direito com urgência e de preferencia que não venha apenas para somar como já temos por aqui, e sim para resolver. Por fim temos mais um jogo contra o Criciúma na quinta e particularmente quero força máxima, se o titulo brasileiro ficou mais difícil ainda a sul-americana é a ultima chance de Rogério conquistar um titulo nessa provável despedida.

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